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Espiritualidade
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Um herói diferente
Os filmes são algo fascinante, ainda mais quando eles fogem um “pouco” da realidade, como Matrix, Adagas Voadoras, Avatar, McGyver, entre outros. Os protagonistas também chamam bastante atenção, pois eles podem sofrer o quanto puderem (ou quiserem!), mas o final já sabemos qual é: o Van Damme vai encarnar o “Dragão Branco” e vencer a luta final; o Bruce Willis não vai morrer, pois ele é “Duro de Matar”; o Keanu Reeves vai conseguir ficar com a Sandra Bullock (seja no Velocidade Máxima ou em A Casa do Lago).
Ou seja, vai ter um final feliz, mesmo que o mocinho ou mocinha morra, como em “Armagedon” (no qual o Bruce Willis se “sacrifica” para salvar o genro Ben Afleck) e em “Um amor pra recordar” (Sullivan morre pelo grande amor, Landon, ah!!!).
O que podemos perceber é que em todos os filmes sempre quando se faz alguma coisa, algum benefício é em favor daqueles que fazem parte do “corpo” de amigos, isto é, das pessoas “legais”, “bacanas” e que podem retribuir de alguma forma o que foi feito a elas.
Os super-heróis trabalham em favor das pessoas de bem da sociedade. Os homens de guerra morrem pelo rei e por suas famílias. O policial leva uma bala para defender uma pessoa inocente (ou faz o contrário: joga a pessoa inocente para se defender!).
Mas nunca vemos ou vimos o contrário dessas situações, ou seja, algum “herói” morrer pelos marginais, por as pessoas que sonegam impostos, por aqueles que lhe caluniam, por aquela menina “safada” ou por aquele menino “galinha”, morrer por aqueles que não podem retribuir o bem feito a eles. Não, não teria “graça”, não faria sentido, não haveria “romantismo”!
Mas a Bíblia mostra um herói diferente. Na verdade ele é um anti-herói, pois ele foi capaz de escolher 12 homens desequilibrados (um era “afobado” e falastrão”; outros queriam os primeiros lugares; um queria uma revolução armada; outro medroso e ainda havia um certo Calabar, isto é, um “traíra”) e iniciar uma “jornadinha” de três anos e depois, ao invés de receber a coroação da mídia e os aplausos da população, preferiu morrer... aff...ralado!
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